Pintando meu caminho pela vida...
Um certo conflito sempre se estabelece durante minhas viagens, muito o que ver, experimentar, aprender... Por outro lado o desejo de capturar o que sinto na tela ou no papel fala sempre muito alto. É muito bom quando é possível conciliar ambas atividades no sempre curto (não importa quanto) tempo!
Atravessando a Ponte do Brooklyn, fui capturada pela beleza da manhã ensolarada. A parada para uma rápida aquarela foi obrigatória.
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Aquarelando na ponte do Brooklyn - Sandra Nunes |
Uma das inúmeras experiências emocionantes:
Domingo no Central Park
Não por ser domingo e nem por ser no Central Park, mas pelos momentos de leveza que tive o privilégio de viver.
Abri minha caixa de pintura na balaustrada da Fonte. Aquele recanto sempre me chamou a atenção e desta vez resolvi registrar a fria luz da tarde banhando o Anjo das Águas.
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O Anjo das Águas - Central Park- Sandra Nunes |
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O Anjo das Águas - Central Park- Sandra Nunes |
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O Anjo das Águas - Central Park- Sandra Nunes |
Durante todo o tempo, trabalhei ouvindo Bach. Ao final fui ver quem produzia aquele som celestial que vinha debaixo das Arcadas.
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Músicos no Central Park |
Este trio dividia atenção da platéia...
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Arcadas da Bethesda Fountain |
Para que a apostagem não ficasse muito longa, dividi em partes,
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Posted bySandra Nunes
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20:35
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Nova Iorque
Metropolitan Museum - Continuando...
Esta exposição em cartaz no Metropolitan Museum é imperdível e um Bônus para quem esta visitando Nova Iorque até 26 de maio. Além das esculturas, faz parte desta mostra uma vasta coleção de desenhos.
É fantástica a composição e o realismo anatômico do conjunto escultórico em mármore 'Ugolino e seus Filhos'. Os corpos encrustrados carregam uma tensão explícita em suas expressôes e na dinâmica de seu movimento.
The passions of Jean Baptiste Carpeaux
Anders Zorn
Uma outra exposição, também imperdível é a que está em cartaz na National Academy do mestre Sueco Anders Zorn.
Foi a exata sensação de estar no lugar certo na hora certa! Sempre desejei ver de perto uma de suas obras mas nunca havia tido a oportunidade em nenhum dos museus em que visitei no mundo. Desta vez fui presenteada com uma grande mostra de seus trabalhos em aquarela, óleo, desenhos e gravuras! Não há reprodução digital ou impressa que traduzam a beleza dos seus
óleos e aquarelas, é realmente uma festa para o olhar!
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Anders Zorn -Ominibus |
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Anders Zorn, Omnibus- detalhe
Joaquin Sorolla - Hispanic Society of America Revisitando o "meu"Mestre
Neste lugar há muitos anos, eu experimentei uma sensação que creio ser o que denomina-se *Síndrome de Sthendal .
Desta vez , não foi diferente. A emoção tomou conta de novo e foi como se o tempo houvesse parado durante este reencontro.
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21:37
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Nova Iorque
Neste abril, sem o vento e um pouco menos fria que Chicago, Nova Iorque apresentou-se com céu azul e sol morno de primavera.
Primeira parada: Metropolitan Museum of Art, seguem algumas imagens escolhidas aleatoriamente dentre as muitas que trouxe na câmera e na memória.
O olhar do artista para si mesmo...
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Rembrandt- Autorretrato |
Revisitando Toulouse Lautrec e seu traço inconfundível...
Dada a penúria em que viveu, estas duas obras foram pintadas por Van Gogh em uma mesma tela, frente e verso:
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Frente:Self Portrait with straw Hat Verso: The Potato Peeler |
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Central Park - Maurice Prendergast |
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Moonlight, Wood Island Light- óleo sobre tela -Winslow Homer |
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At the Seaside, William Merrit Chase, |
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Avenue of the Allies, Childe Hassam |
Observando o poder de síntese e o vigor das pinceladas de George Bellows...
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Swans in Central Park, Gorge Bellows |
Estudando Velasquez...
De outra vez que vi esta obra, ela não estava colocada em posição que privilegiasse uma observação mais próxima. Chamou-me a atenção o retrato em si, a história que ele conta, a composição, o olhar do modelo e creio ser impossível dissociar a obra da relação deste com o pintor.
Juan de Pareja serviu de escravo de Velasquez e subsequentemente foi seu assistente.
A visão à distância mostra um retrato refinado, uma iluminação elegante em uma atmosfera de silêncio e nobreza.
Ao aproximarmo-nos percebemos o perfeito equilíbrio entre as pinceladas mais transparentes com o uso do que parece ser veladura no fundo abstrato contrastando com a textura empastada da fisionomia, o que torna o sentimento no olhar de Juan de Pareja mais forte.
Observa-se a fluidez do trabalho, como se executado sem o mínimo esforço.
Muito mais há que se ver nesta obra, muito mais a aprender com o mestre dos mestres...
Posted bySandra Nunes
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